O Estilo Iwagumi

Se você pesquisar sobre a origem do Estilo Iwagumi, você irá encontrar um layout criado por Takashi Amano cerca de 30 anos atrás. Era um layout simples, organizando as rochas de rio e plantado apenas Tenellus Echinodorus. De acordo com Takashi Amano, enquanto algumas pessoas não se mostravam muito surpreendidas pelo estilo que ele havia criado através de tentativas e erros até aquele ponto, quando viram esse estilo Iwagumi, ficaram realmente espantadas com sua beleza única e incomum. O estilo Iwagumi de criação de paisagem não existia naquela época, e ninguém, incluindo o Sr. Mitsuo Yamazaki, o importador do Tenellus E., não tinham todas as informações detalhadas sobre a planta. Este estilo foi realemente uma criação original de Amano que ninguém tinha visto antes. Desde aquele tempo, várias formas do estilo Iwagumi foram apresentadas por Amano e o fascínio pelo estilo Iwagumi só aumentou.

A criação da Nature Aquarium foi também o nascimento do estilo Iwagumi. O estilo Iwagumi pode facilmente ser dividido em alguns estilos.

Estilo 1

Este é um tipo que foi criado com madeira petrificada, uma peça que não é muito usada mais, devido à sua propensão para o aumento da dureza da água, para produzir uma impressão de um altiplano. Este estilo Iwagumi, que foi plantado apenas com Glossostigma, fêz grande sucesso quando publicado em 1991.

O Estilo Iwagumi

Estilo 2

Este é o estilo Sanzon Iwagumi que constitui o fundamento da Iwagumi. A presença marcante de um Oyaishi (pedra principal) domina a impressão do layout. O papel de cada pedra está claramente definido na composição em como Oyaishi, Fukuseki (pedra secundária), e Soeishi (pedra de apoio) são organizadas. Rochas com uma aparência maciça, como Hakkaiseki, são especialmente adequadas para este estilo.

O Estilo Iwagumi

Estilo 3

Este é um estilo em que as rochas do Iwagumi são arranjadas em um padrão radial. Uma vez que as rochas estão dispostas apontando para cima e se espalhando, a forma de suas pontas é especialmente importante. As rochas são organizadas com muita atenção a seus ângulos dando equilíbrio umas as outras rochas.

O Estilo Iwagumi

Estilo 4

Ao contrário dos outros estilos Iwagumi, as rochas estão dispostas na forma de um recife ou horizontalmente. Este cenário é composto com peças de um enorme monolito de solo exposto que dá impressão de grandeza. Um cardume de peixes pequenos e finos dá maior ênfase a vastidão da paisagem.

O Estilo Iwagumi

Estilo 5

Embora a composição do estilo Iwagumi segue o padrão Sanzon Iwagumi do estilo II, uma atmosfera diferente é criada com o uso de areia clara, a areia pode iluminar a paisagem ou adicionar uma sensação de profundidade, dependendo da forma como é colocada. Este estilo também evoca a imagem de um Kare Sansui (estilo de jardim japonês seco), construído com areia branca e rochas.

O Estilo Iwagumi

Estilo 6

Este estilo Iwagumi é considerado em separado por se expressar diferente dos outros, embora ele ainda siga o padrão básico de composição. Os layouts deste estilo são criados com uma grande habilidade na organização das rochas, como uma composição usando um par de rochas principais ou com um arranjo moderno usando Ryuoseki.

O Estilo Iwagumi

Veja mais sobre Iwagumi:

 

Traduzido de: Iwagumi Styles, Aqua Journal

Algumas considerações sobre aquarismo

É comprovado que observar os movimentos de peixes e plantas em um aquário ajudam a relaxar, diminuem o nível de stress e a pressão arterial. Os médicos dizem que acompanhar esse “balet” entre os peixes pode – juntamente com outros fatores – ajudar a prevenir um ataque cardíaco. Os benefícios do aquarismo não foram descobertos agora. Mesmo que graças à ciência, cuidar de um aquário tenha se tornado muito mais simples nos últimos 40 anos, existem indícios de que os egípcios já praticavam esse hobby. Foram encontrados entre algumas pirâmides, resquícios de materiais que foram considerados como possíveis restos de aquários. O filósofo grego Aristóteles (384–322 a.C.) descreveu cerca de 115 espécies de peixes e criou a “Ictiologia” – ciência dedicada ao estudo dos peixes.

Na China e no Japão antigo a criação de peixes era algo extremamente comum, aparecendo em várias decorações de jardins e estabelecimentos. Não se iluda em pensar que aquários não dão trabalho. Criar e cuidar de peixes requer dedicação e atenção. É claro que esses animais fazem muito menos barulho que cães e gatos e não exigem horas de passeios ou de afagos. Entretanto, esses pontos podem ser desvantajosos, pois muitas pessoas acabam “esquecendo” que têm aquários e não provendo esses animais com um ambiente adequado. Caso você queira ter os benefícios e a beleza desses seres aquáticos em sua casa e não esteja a fim da mão de obra, existem companhias especializadas em montagem e manutenção desses ecossistemas.

  • O único trabalho seria então o de alimentar os peixes. Abaixo colocamos uma listagem com dicas para pessoas que querem iniciar um aquário mais não têm idéia de como fazê-lo.
  • Não pense que porque você é iniciante deve começar com um aquário grande. Quanto maior o aquário mais trabalhoso é para manter a qualidade do ecossistema; é indicado se começar com um aquário de 80 a 100 litros. Montar um aquário é criar um ecossistema. Deve ser pensado e pesquisado.
  • O comportamento e os hábitos dos animais devem ser levados em consideração. Da mesma maneira que se deve ponderar a quantidade e a procedência dos outros seres que estarão envolvidos nesse projeto, como por exemplo, as pedras e as algas.
  • O cascalho usado no fundo do aquário deve ser adequado aos peixes que serão criados. Peixes de água alcalina usam o cascalho de dolomita enquanto os de água ácida usam cascalho de rocha cristalina.
  • Coloque o termômetro na direção oposta do aquecedor. Dessa maneira você terá uma idéia mais clara sobre a temperatura do tanque.
  • Pense bem antes de começar a montar o aquário. Após colocar a água e os peixes, além de ser muito difícil de movê-lo, não é recomendável.
  • O aquário não deve receber luz direta. Você está criando um ecossistema “artificial”, todos os fatores têm que ser controlados.
  • Após colocar os peixes, nunca troque toda a água do aquário de uma vez. Os peixes podem morrer por causa dessa mudança súbita de balanço. É recomendável se trocar no máximo 25% da água, isso quer dizer, se você tiver um aquário de 100 litros, troque no máximo 25 litros de cada vez.
  • Os peixes devem ser a última coisa a ser posta no aquário. É recomendável esperar entre uma a duas semanas antes de inseri-los.
  • Pesquise e planeje sobre os peixes que você quer colocar no seu aquário. Tente saber o máximo possível sobre as preferências e exigências do animal.
  • Quando estiver escolhendo seu peixe fique atento sobre a saúde dele. Cheque se ele se movimenta rápida e agilmente quando passar a mão em frente ao vidro, se as cores estão brilhantes e vivas. Ele não deve ter nenhum ponto esbranquiçado ou preto no corpo que não sejam característicos da espécie. Peixes que preferem o fundo do aquário e se movimentam vagarosamente podem estar doentes ou estressados.
  • Caso você prefira um aquário marinho lembre-se que o ecossistema demora consideravelmente mais tempo para se formar. Não é recomendável que você ponha peixes nele antes de um mês após a inserção da água e das plantas. Muitos aquaristas preferem deixar o aquário “apurando” por sessenta dias.
  • A maioria dos peixes têm que ser alimentados apenas 2 vezes por dia. Coloque uma quantidade pequena de comida. Caso ela seja toda ingerida coloque um pouquinho mais e evite deixar restos de alimento na água.
  • Na hora de colocar o peixe dentro do aquário não o faça diretamente. Coloque o saquinho plástico onde ele está, ainda fechado, por cerca de 15 minutos na água do aquário. Isso irá reduzir o choque térmico e o stress no animal.
  • Regra de quantidade: um peixe para cada 20 litros de água, ou seja em um aquário de 100 litros seria recomendável ter 5 peixes (não seja engraçadinho para colocar 5 Acaras Disco nesse aquário de 100 litros). O tamanho dos peixes deve ser entre 3 e 4 centímetros.
  • Coloque o aquário em áreas que não sejam muito movimentadas. Se possível crie um tanque de quarentena. É lá que você deve colocar os peixes que compra, pois caso eles estejam doentes não contaminarão todo seu aquário.

Fonte: http://www.webartigos.com/articles/1756/1/Aquarismo/pagina1.html#ixzz0tab58C1w

Manual de montagem e a decoração de aquários

Sera disponibiliza vários manuais para auxiliar os aquaristas desde a montagem e manutenção de aquários até a montagem de lagos ornamentais, para quem não conhece a Sera é uma das maiores empresas do ramo no mundo e possui ampla distribuição dos seus produtos no Brasil, os manuais estão em português. Segue um manual sobre como montar um aquário com dicas de decoração, uma leitura bastante interessante para quem está começando.

A montagem e a decoração do aquário

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Fonte: Sera

Manual de como construir o meu lago de jardim

Sera disponibiliza vários manuais para auxiliar os aquaristas desde a montagem e manutenção de aquários até a montagem de lagos ornamentais, para quem não conhece a Sera é uma das maiores empresas do ramo no mundo e possui ampla distribuição dos seus produtos no Brasil, os manuais estão em português.

Como construir o meu lago de jardim

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Fonte: Sera

Conceitos Básicos – Filtragem da Água I

A filtragem da água é um processo básico para manter o bem estar do nosso aquário, funciona basicamente da mesma maneira como a fotossintese das plantas que elimina toxinas e CO2 do ar e nos devolve oxigênio puro e ajuda a manter nosso ambiente habitavel. A filtragem completa envolve várias etapas as quais abordaremos na seqüencia.

Filtragem Física (ou Mecânica)

Muito da amônia gerada em um aquário se origina da decomposição de matéria orgânica (restos de comida, excrementos, urina, microorganismos, etc). Se pudermos retirar os detritos do sistema em seu estado macroscópico (possivel de se enxergar a olho nu), antes que comecem a se decompor, estaremos contribuindo antecipadamente para a limpeza química do meio.

A filtragem física consiste em retirar as impurezas macroscópicas (orgânicas e inorgânicas) existentes em suspensão na água do aquário pelo método simples de passá-la por um coador. Este tipo de filtragem não é capaz de retirar bactérias e plâncton de reduzidas dimensões, e muito menos substâncias químicas dissolvidas na água, mas impede que material orgânico ainda inteiro seja decomposto na água.

Esta é normalmente, a primeira etapa de um processo de filtragem, sendo o produto da mesma (água livre de detritos), entregue às demais etapas, que assim não correm o risco de sofrer entupimentos físicos.

Diversos materiais podem ser utilizados nessa etapa, tais como esponjas, cartuchos de papel ou fibra ou mantas de material sintético, sendo o mais difundido e utilizado atualmente o Perlon, que pode ser utilizado em camadas, acomodando-se aos mais diversos tipos de filtro e espaços disponíveis para acomodar esta camada de filtragem. Trata-se de um material neutro, não interferindo com as características químicas da água, quer pela retirada que pela adição de elementos.

Podemos utilizar mantas de lã acrílica do tipo usado para o estofamento de móveis em lugar do perlon, para a filtragem física. Este material deve ser limpo a cada 15/30 dias dependendo da capacidade do filtro x volume do aquário, e trocado a cada 3 meses aproximadamente. Obviamente, dependendo das condições locais, este espaçamento entre as datas de manutenção poderá ser modificado.

Nunca deveremos utilizar a lã de vidro verdadeira em filtros, pois esse material solta farpas afiadas (visualmente invisíveis na água), que representam um sério risco de ferimentos para os habitantes do aquário.

É recomendável manter, no mínimo, dois circuitos de filtragem alternativos (particularmente em aquários grandes), para prevenir contra acidentes. Outras vantagens estão no fato de haver captação da água para filtragem em mais de um ponto do aquário, e de oferecer maior segurança quanto à proteção das colônias de bactérias, minimizando problemas caso haja a perda acidental de uma das colônias enquanto se faz a limpeza de um filtro. Manter equipamento(s) de reserva, devidamente ciclados, é uma alternativa válida para quem tem muitos aquários, ou aquários pequenos. Em aquários com injeção de CO2 deve-se procurar agitar a água o menos possível, para não provocar a liberação do CO2 dissolvido.

Filtragem Biológica

Esta é a denominação que se dá as ações nitrificante e desnitrificante proporcionadas pelas colônias de bactérias, fundamentais para a saúde do nosso mini ecossistema. Conjuntamente, as bactérias existentes no aquário (paredes, substrato, plantas, água, etc), e no filtro biológico atuam permanentemente de modo a manter em equilíbrio o meio que sem sua presença rapidamente se tornaria inabitável.

Existem na natureza vários tipos de bactérias capazes de decompor a amônia em compostos menos tóxicos (Nitritos e Nitratos). Elas existem naturalmente no meio ambiente (substrato, plantas, água, etc), e não necessitamos nos preocupar em adicioná-las a nossos aquários. A própria natureza se encarregará disso para nós. Bastará deixar um aquário recem-montado em repouso (com a circulação de água ativa) por algum tempo, que as colônias de bactérias crescerão e se estabelecerão naturalmente por toda a parte, prendendo-se em paredes, cascalho, rochas, plantas, nos elementos do filtro, enfim em toda e qualquer superfície submersa incluindo os próprios peixes e outros organismos.

Estudos recentes mostram que a absorção da amônia pelas plantas aquáticas é muito mais rápida que a absorção dos nitratos, existindo essencialmente uma competição entre plantas e bactérias pela amônia dissolvida. E que as plantas necessitam basicamente desdobrar nitritos e nitratos em amônia que será então absorvida.

As colônias de bactérias necessitam essencialmente de: um local para se fixarem, e nutrientes (Nitrogênio e Oxigênio) para viver. Para a fixação das colônias de bactérias, são utilizados com freqüência anéis de cerâmica porosa ou também as bio-balls, que proporcionam uma grande superfície (externa e interna) possibilitando o estabelecimento de grandes quantidades de colônias de bactérias.

Para a filtragem biológica, podemos substituir os anéis de cerâmica, ou as bio-balls, por pedaços (cacos) de cerâmica porosa, obtidos a partir de velas de filtro quebradas, porém não devemos usar as que têm prata em suas paredes internas, pois este é um elemento, prejudicial ao desenvolvimento das colônias de bactérias. Durante a manutenção do filtro deve-se procurar manter úmidos os seus componentes (anéis, cacos de cerâmica, etc), mantendo-os mergulhados em água, de preferência retirada do próprio aquário e livre de cloro e metais pesados.

Podemos também utilizar mantas de espuma de malha aberta, do tipo utilizado em filtros de aparelhos de ar-condicionado, como elemento de fixação das colônias, na manutenção esta espuma deve ser lavada apenas com água desclorada, e não muito ativamente, para não prejudicar as colônias.

Nunca devemos trocar integralmente (a menos de acidentes por contaminação bacteriana), todos os elementos da filtragem biológica ao mesmo tempo. Quando necessário é recomendável fazer a troca por partes, duas trocas de 50% em 30 dias, ou três de 33% com intervalo de 15 dias.

Não mais utilizar os FBF (Filtros Biológicos de Fundo), considerados hoje mais como causadores de complicações do que utilidade.

A filtragem biológica é normalmente feita após a filtragem física, dessa maneira as colônias de bactérias receberão uma água já livre de detritos, reduzindo-se assim o risco de entupimento dos poros dos elementos de cerâmica.

A filtração biológica ocorre a uma velocidade relativamente lenta comparada com os outros métodos. Assim sua utilização de modo isolado limitaria bastante a quantidade de peixes que poderíamos colocar no ambiente. Por isso ela é normalmente complementada por outros tipos de filtragem que reforçam a capacidade de estabilização do meio.

Filtragem Química

A filtragem química é a remoção de substâncias dissolvidas na água do aquário a nível molecular. Estas substâncias, quanto à sua natureza, podem ser polarizadas (íons) e não polarizadas (moléculas). O método mais empregado para este tipo de filtragem consiste em passar a água por uma camada de Carvão Ativado (CA), que é mais eficiente para a remoção de moléculas, mas que funciona também com alguns íons.

O carvão ativado pode conter elevados níveis de fosfato (nas cinzas internas), que poderá ser dissolvido na água do aquário. Isso é particularmente nocivo aos aquários marinhos, mas também não é bom para os aquários de água doce. Portanto, ao adquirirmos carvão ativado deveremos dar preferência aos especificamente produzidos para utilização em aquários.

Este problema pode ser diminuído fazendo-se a imersão prévia do carvão ativado em água limpa (renovada), algum tempo antes de sua utilização (2 a 3 semanas). Com isso estaremos fazendo uma dissolução prévia do fosfato e outros materiais, porventura existentes, atenuando seus efeitos.

Existe por parte de alguns aquaristas uma preocupação em relação à adsorção pelo carvão ativado de nutrientes minerais vitais requeridos pelo ecossistema do aquário. Ocorre que o esgotamento de nutrientes minerais é algo que ocorrerá tanto em aquários plantados como em aquários marinhos pelo consumo dos organismos vivos, e isso ocorrerá com ou sem a presença do carvão ativado no sistema. Considera-se que os ganhos proporcionados por sua utilização são suficientemente grandes em relação aos prejuízos, para justificar plenamente sua utilização.

A utilização do carvão ativado deve ser suspensa enquanto estivermos administrando algum medicamento, adubação química, etc. Pois o carvão ativado poderá absorver da água os remédios ou alguns produtos químicos de maneira seletiva, prejudicando os resultados pretendidos.

Recondicionando carvão ativado

O carvão ativado já utilizado pode ser (parcialmente) reativado domesticamente aquecendo-o no forno a cerca de 150 oC e lavando-o em água pura sucessivamente. Através deste processo será feita a eliminação dos gases aprisionados, permanecendo porém no interior dos poros as moléculas de material mais pesado (ex.: metais tóxicos), que não serão eliminadas pelo aquecimento, razão pela qual este procedimento é contra-indicado. Apenas em laboratórios, com equipamentos adequados e testes apropriados a recuperação poderá ser feita com segurança.

Felizmente o custo do carvão ativado é suficientemente reduzido, possibilitando-nos usá-lo em quantidades razoáveis. É recomendável lavar bem o carvão ativado antes de utilizá-lo, para remover o pó que sempre se acumula em sua superfície.

Quanto de carvão ativado utilizar é uma recomendação difícil de ser feita, mas se verifica que a utilização de quantidades menores, com trocas mais freqüentes funciona melhor do que o oposto. Como ponto de partida, experimente usar 250ml para cada 150 litros de água, fazendo trocas mensais. Não se deve utilizar carvão comum (vegetal ou animal) em substituição ao carvão ativado.

Além do carvão ativado diversos outros materiais foram desenvolvidos para a filtragem química. Um deles é a argila de zeolita, capaz de remover amônia da água. Útil para emprego por curtos períodos, pode se tornar prejudicial a longo prazo. Interfere também na ciclagem de aquários novos, impedindo a formação das colônias de bactérias.

Outro tipo de substâncias, relativamente recentes, que podem ser utilizadas para a filtragem química são as Resinas Deionizadoras, formadas por materiais (há diversos tipos), que possuem a capacidade de retirar (absorver) íons dissolvidos na água. São bastante eficientes, mas possuem atualmente custos bem mais elevados do que o carvão ativado, possuindo porém em alguns casos a capacidade de absorver substâncias sobre as quais o carvão ativado não tem capacidade de adsorção.

Os filtros do tipo Skimmer possuem pronunciada atuação na remoção de detritos químicos, sendo hoje largamente utilizados em aquarismo marinho.