Guia de Peixes – Espada (Xiphophorus helleri)

O Xiphophorus helleriEspada é mais um dos integrantes do grupo dos peixes populares que já passaram pelo aquário da maiorias dos aquaristas, é raro encontrar quem nunca teve espadas em seu aquário, nem que tenha sido ganho numa dessas feiras de animais. Como visto ele não é o “peixinho vermelho” oficial mas não fica devendo nada quando se trata de popularidade.

A cauda do macho é a característica mais marcantes desse peixe. São encontrados na América Central nas encostas do sul do México a Guatemala. Aparentemente não há finalidade para esta cauda, que é 1/3 a 1/4 do comprimento total do peixe. As espécies silvestres têm uma cauda ainda mais majestosa, com até 15 cm. Embora a cauda seja mais curta em espécimes criados em cativeiro suas cores são muito mais acentuadas que os selvagens.

Guia de Peixes   Espada (Xiphophorus helleri)Tal como os platys, eles têm sido cruzados para produzir todos os tipos de cores interessantes e diferentes formatos de nadadeiras. Extremamente populares porque são peixes bonitos e baratos, os espadas são fáceis de manter.

São geralmente pacíficos e animados peixes que nadam em grupos espaçados. Mesmo que eles sejam considerados um bom peixe comunitário, existem muitos padrões diferentes de comportamento e tempermento. Cada peixe varia, podem ser pacíficos ou não, machos mais velhos em particular podem ser agressivos com outros peixes. Gostam de aquários bem plantados com muito espaço para nadar ao redor. Fornecer plantas flutuantes para proteger os alevinos que os pais muitas vezes comem.

O Espada é similar ao Plati, mas tem o corpo mais alongado e o macho possuia a cauda em forma de “espada”. Hoje, muitas vezes, pensamos que esse peixe foi nomeado de “espada” devido a sua extensão da barbatana caudal, mas ele realmente foi nomeado assim por causa da nadadeira anal modificada do macho, o gonopódio.

Existem diversas variedades de cores no Xiphophorous helleri, bem como uma variedade de outras espécies de espadas. O Xiphophorous helleri é o mais disponível e as outras espécies, apesar de semelhantes, nem sempre são tão grandes e muitas vezes são mais delicadas. Espadas vêm em várias cores e combinações de cores, mesmo em exemplares selvagens, existem exemplares vermelhos, verdes, pretos e albinos embora o mais conhecido seja o vermelho. Existem variedades cauda de lira e de vela alta, machos foram desenvolvidos com nadadeiras exageradas e com duas espadas em vez de uma. Mesmo algumas fêmeas também têm agora uma espada. As fêmeas chegar até 12 cm, os machos são um pouco menores, 10 cm

Cuidados e alimentação do Espada

Como são onívoros o espada irá geralmente comer todos os tipos de alimentos vivos, congelados e em flocos. Para manter um bom equilíbrio dê um alimento em flocos de boa qualidade, alternado com artemias e bloodworms.

Comportamentos Sociais

O Xiphophorus helleri é geralmente pacifico, embora às vezes eles irão comer os seus próprios alevinos (e de outros peixes) . Ocasionalmente um espada pode tornar-se um valentão, especialmente machos mais velhos.

Diferenação sexual do Xiphophorus helleri

Guia de Peixes   Espada (Xiphophorus helleri)Apenas o macho tem a “espada”, na parte inferior da barbatana caudal. O macho também é elegante e tem a nadadeira anal modificada, chamada gonopodio. A fêmea tem a nadadeira anal normal e possui corpo arredondado.

Existe uma tendência para uma ocasional mudança do sexo feminino, a fêmea desenvolve uma “espada” na sua cauda, especialmente quando velha ou afetada por parasitas. Ela pode até tentar cruzar com outra fêmea, embora na maioria das vezes eles sejam inférteis!

Condições do ambiente para o Espada:

O Espada gosta de nadar em todas as áreas do aquário. Gosta de Dureza: 12/30 ° DGH, Ph: 7,0 a 8,3, Temperatura: 18-28 ° C

Reprodução do Xiphophorus helleri

Guia de Peixes   Espada (Xiphophorus helleri)Espadas são poecilideos, os filhotes são incubados na barriga da mãe e já nascem formados. A fêmea tem geralmente entre 20  a 100 alevinos. Não é preciso nenhum cuidado especial, e só ter um macho para cada duas fêmeas e logo ela estarão cheias de filhotes, coloque muitas plantas que sirvam de esconderijo para os alevinos e se quizer retire os adultos. Os alevinos após consumirem o saco vitelino podem ser alimentados com ração para alevinos.

Guia de Peixes – Danio Rerio (Brachydanio rerio), Zebrafish ou Paulistinha

O Paulistinha é um peixe de água doce, de comportamento pacífico e ativo. É encontrado na Índia Oriental e Bangladesh e adora viver em grupos de, no mínimo, 10 exemplares, então mantenha sempre no mínimo 7 exemplares no seu aquário.

O Danio Rerio é um peixe muito apreciado por aquaristas novatos já que dificilmente adquire doenças desde que seja respeitada a manutenção do aquário. Não se sente bem em aquários com água não cristalina. Vive até três anos e se recupera muito bem em caso de doenças.

O Brachydanio rerio é um peixe utilizado em alguns lugares para testar a qualidade e pureza da agua, são bastante resistentes e pode-se solta-los em um aquário recem montado, que anda não tenha atingido a ciclagem bacteriológica necessária, são bastante resistentes e se adaptam rápido.

O seu comprimento é de no máximo 5 cm e sua cor predominante é o verde oliva com listras longitudinais (em geral brancas, dai vem o apelido de ZebrafishPeixe Zebra).

Alimentação do Paulistinha

Quanto à alimentação, o Paulistinha facilita a vida dos aquaristas. Ele aceita qualquer tipo de comida, no entanto o ideal é balancear a alimentação com ração própria para peixeis ornamentais.

Reprodução do Danio Rerio

A temperatura da água deve variar de 20 a 26ºC. A reprodução do Paulistinha é difícil em cativeiros, mas possível. O problema está em alimentar os alevinos, que no entanto aceitam bem ração liquida própria para alevinos.

Guia de Peixes – Tetra Neon Cardinal ou Neon

Tetra Neon Cardinal ou simplesmente Neon

O Neon cardinal (Paracheirodon axelrodi) é um dos peixes ornamentais mais conhecidos e utilizados no mundo aquarístico, sua fama se iguala à dos Kinguios (Carassius auratus), Bettas (Betta splendens), Lebistes (Poecilia reticulata). Esta espécie foi descoberta por Hebert R. Axelrod na década de 50 e como uma forma de homenagem seu epíteto específico é axelrodi onde o “i” acrescentado dá a indicação de masculino.

Pertence a família Characidae, que é a mais complexa e numerosa da Ordem Characiformes, devido a complexidade da família não é possível caracteriza-la somente com atributos externos e facilmente observáveis. Via de regra apresentam o pré-maxilar não protátil e nadadeira adiposa normalmente presente. Possui como característica principal a faixa neon, que percorre seu corpo horizontalmente e termina na base da nadadeira adiposa, e o ventre vermelho, dai vem seu acronimo mais conhecido, peixe neon.

É de origem sul americana e está amplamente distribuído desde o Orinoco (Venezuela), pelo rio Vaupes e o norte e leste do rio Negro até o noroeste da Colômbia. Apesar de já existirem criações na Ásia, no Brasil ele é capturado no médio Rio Negro, por pescadores artesanais, que vendem os peixinhos para atravessadores, que os distribuem pelo mundo, notadamente Europa, EUA e Japão, onde sempre atinge alto preço.

Diferenciando Machos de Fêmeas

Vive em águas ácidas, cujo pH pode ser até menor que 4.0, quentes, moles e na maior parte escuras. O macho é menor, possui o ventre mais magro, retilíneo e apresenta uma pequena modificação no primeiro raio da nadadeira anal que se assemelha ao formato de um gancho ou anzol. Já a fêmea é o contrário é maior e possui o ventre volumoso, roliço, principalmente em época de desova. Podem atingir cerca de 5 cm quando adultos, são peixes cardumeiros e pacíficos e nadam à meia água e no fundo do aquário.

Alimentação do Neon Cardinal

Na natureza a espécie se alimenta de microcrustáceos e larvas de quironomídeos (Chironomidae, Diptera), enquanto ingestão de algas é pouco freqüente. Como são onívoros acabam comendo de tudo, então é importante acrescentar alimento vivo à sua dieta pelo menos uma vez por semana, podem ser daphnias, artêmias, enquitréias, larvas de mosquitos etc. Outra coisa necessária que muitos aquaristas acabam não fazendo é adicionar ração a base de vegetais / algas à sua dieta para oferecer uma maior variedade de nutrientes.

Reprodução do Neon

O neon cardinal é uma espécie ovípara, são considerados disseminadores livres, pois a fêmea libera os ovos na água e o macho nada em volta fertilizando-os. Os ovos eclodem em 19 a 20 horas quando mantidos em temperatura entre 25 e 27ºC, após três ou quatro dias da eclosão os alevinos já consumiram o conteúdo do saco vitelino e começam a nadar. O alevino possui uma glândula adesiva grande no topo da cabeça que o ajuda a se prender no substrato ou nas folhas de plantas. Isso evita que sejam arrastados pela correnteza e se dispersem ficando desprotegidos e tendo como consequência a morte por predação.

Entre os peixes desta espécie não ocorre o cuidado parental e a partir do momento em que os filhotes apresentam nado livre pode-se dar rações específicas para alevinos de ovíparos e alimentos vivos como náuplios de artêmia, conforme os filhotes forem crescendo alimentos vivos maiores podem ser oferecidos.

Os filhotes só começam a apresentar as cores características da espécie com aproximadamente duas semanas de vida. Recomenda-se usar filtro interno de espuma ou então colocar perlon na entrada de água do filtro externo para evitar sugar os filhotes quando em aquários próprios para reprodução. A partir do 6 meses de idade e pouco mais de 2cm de comprimento, os cardinais já estão aptos a reproduzir.

A reprodução do neon em cativeiro não é impossível como muitos dizem, apenas exige mais atenção aos parâmetros da água e cuidados com o aquário do que com os outros tetras, mas a maioria absoluta dos neons encontrados para a venda no Brasil são coletados diretamente da natureza. Na Europa e Ásia a reprodução deles em cativeiro já vem sendo praticada por anos.

Ambiente para Neons em aquários

Apesar de serem encontrados em águas muito ácidas em certas épocas do ano, a melhor faixa de pH para se manter a espécie em aquários vai de 5.0 a 6.6. Por viverem em águas ricas em ácidos tânicos e húmicos, além do pH ácido, é importante manter a dureza da água o mais baixa possível.

Por serem encontrados em regiões quentes, a temperatura da água deve ser elevada, sempre acima dos 26°C e, apesar do calor, por serem encontrados (na maior parte) em águas mais escuras a iluminação do aquário não deve ser muito forte, ou então, se puder mantenha plantas de superfície para criar algumas áreas com mais sombra. Não que a iluminação forte dos plantados chegue a afetar muito o peixe, mas se quer que ele se sinta mais confortável é melhor uma intensidade menor.

Em relação ao tamanho do aquário, obviamente quanto maior melhor, mas aquários a partir de 50 litros já comportam um pequeno cardume.

Um aquário ideal para neons e que possibilitasse a tentativa de reprodução deles seria um biótopo monoespécie, que representasse um pequeno igarapé com água quente, ácida, mole, escura, cheio de galhos/troncos, folhas caídas pelo substrato, fundo de areia e água mais calma.

Doença do Neon

A chamada Doença do Neon Tetra ou Pleistophora é causada por um parasita esporozoário e, apesar do nome, não afeta somente os neons. Ataca a maioria da família dos tetras, ciclídeos como os Bandeiras, ciprinídeos como as Rásboras e Barbos e até mesmo os Kinguios.

É uma doença conhecida por sua rápida infestação e alta taxa de mortalidade, é causada pelo parasita Pleistophora hyphessobryconis e até hoje não se conhece uma cura para ela.

O ciclo da doença começa quando os esporos do parasita entram no peixe hospedeiro após o mesmo ter consumido alimento infectado como partes de um peixe morto ou alimento vivo. Uma vez dentro do peixe, o parasita se instala no trato intestinal, os embriões recém eclodidos dos esporos atravessam a parede do intestino e se instalam nos tecidos musculares produzindo cistos. Esses músculos que abrigam os cistos começam a morrer e o tecido necrosado se torna pálido, eventualmente ficando branco, o que explica a mancha clara característica nos animais infectados.

Alguns sintomas:

  • Agitação;
  • O peixe começa a perder a coloração;
  • O peixe apresenta dificuldade para nadar;
  • Em casos avançados a espinha dorsal do peixe pode se tornar curvada;
  • Podem aparecer infecções secundárias como nadadeiras roídas e bloat;
  • Conforme o cisto se desenvolve o corpo pode apresentar várias deformidades (pequenas massas sólidas, irregularidades);

Durante os estágios iniciais o único sintoma pode ser a agitação, principalmente durante a noite, é comum também o peixe infectado se separar do cardume. Eventualmente a natação se torna mais errática (irregular) e se torna bem óbvio que o peixe não está bem.

Conforme a doença progride, os tecidos musculares afetados começam a se tornar brancos, geralmente começando pelos músculos das áreas entre a faixa neon e a espinha dorsal. Quanto mais tecido muscular infectado maior é a mancha de coloração pálida. Os danos aos músculos podem causar a curvatura ou deformação da espinha, o que causa danos à natação. Não é incomum o peixe apresentar o corpo irregular causado pela deformidade dos músculos afetados pelos cistos.

Nadadeiras roídas, especialmente a caudal também não é incomum, entretanto, isso ocorre devido às infecções secundárias e não pelo resultado direto da própria doença causada pelo parasita. O bloat também pode ocorrer e é outro sintoma causado por infecções secundárias.

Qualquer peixe que apresente estes sintomas deve ser separado dos demais, sendo colocado em um aquário hospital para melhor observação já que existem outras doenças, causadas por bactérias, que podem apresentar sintomas semelhantes e possuem cura. Casos como estes inclusive podem dar uma falsa idéia de que o peixe tinha a doença do neon e foi curado, quando na verdade era uma bacteriose que ao ser tratada com algum antibiótico foi eliminada.

Curiosidades sobre o Neon Cardinal

No Brasil, o principal centro fornecedor de peixes ornamentais é a cidade de Barcelos, o estado do Pará até possui alguma produção, mas em pequena quantidade. O neon cardinal é a espécie mais importante e representa 80% do volume comercializado.

O desenvolvimento dos peixes ornamentais ocorre principalmente nos igapós e igarapés da floresta, áreas total ou parcialmente inundadas. A melhor época para a captura é durante a vazante e seca dos rios.

Quando o pescador de peixes ornamentais (piabeiro) localiza um cardume, ele o conduz para o rapiché ou puçá, e os transfere para o interior de cestas de palha forradas com saco plástico, com a água do igarapé.

Depois de capturados, os peixes são levados para um acampamento, onde são montados viveiros no próprio rio. Depois disso, são levados para Barcelos e, seguem uma viagem de 30 horas até Manaus, nas lojas de exportadores os peixes são mantidos em instalações de quarentena até serem exportados.

Comercialização do Neon

A venda do Neon não é proibida, no entanto o que acontece é que durante os meses das cheias (de maio a julho) a pesca e comercialização do neon cardinal é suspensa pelo IBAMA para que a sua reprodução na natureza seja garantida. Mas durante o resto do ano ele é comercializado normalmente.

Mesa, aquário ou mesa-aquário?

Pra quem realmente gosta de aquários e peixes ornamentais, uma mesa aquário destas é uma boa pedida, imagine uma dessas lindas mesas aquário em seu escritório.

Além de serem funcionais como qualquer mesa, ainda são lindos e magnificos como qualquer aquário (bem projetado e cuidado é claro), o aquário da mesa não tem nada de especial, é igual a qualquer outro e necessita dos mesmos cuidados,  confira algumas opções:

Mesa, aquário ou mesa aquário?

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Qual aquário escolher?

A resposta definitiva para essa pergunta é: Depende.

Depende do tipo de peixe que você quer criar, do espaço disponível para colocar o aquário entre outras, mas principalmente do quanto você está disposto a ga$tar, aquárismo não é um hobby muito barato, mas a recompensa vale a pena.

Quanto maior o aquário, menos trabalho ele da, por incrivel que pareça, pois quanto maior a capacidade de litros mais estável o ambiente se torna, exigindo um intervalo maior entre as trocas de água, além do mais um aquário maior suporta mais peixes e torna a observação mais divertida.

Um erro bastante comum é a superpopulação de aquários e a mescla de espécies imconpativeis tornando o ambiente desarmonioso para seus habitantes (e fica dificil explicar para as crianças por que os peixanos estão morrendo =)), e acreditem, peixes se stressam e podem morrer cedo por isso. O ideal é criar espécies que combinam e se dividem no ambiente, por exemplo existem espécies que preferem ficar mais ao fundo do aquario próximo ao areão como os limpa fundo, mate grosso entre outros, assim como outras preferem ficar no meio e outras próximas a superficie quando o aquario tem uma boa altura. No entando existem outras que vagam por toda a extensão do aquário como os Kinguios.

Qual aquário escolher?Escolha um espaço de sua casa onde possa colocar um aquário em harmonia com a sua decoração e tire as medidas, o calculo de litragem é bem fácil, com as medidas de comprimento e largura em mãos escolha uma altura compativél e faça o calculo:

Altura cm x Comprimento cm x Largura cm = cm³

Ai divida os cm cubicos por 1000 e tera a litragem do seu aquário,por exemplo:

50 cm de Altura x 80 cm de comprimento x 35 cm de largura = 140000 cm³ / 1000 = 140 litros

Assim você pode comprar um aquário personalizado de acordo com seu espaço já tendo em mente a litragem podendo assim “planejar” o seu aquário da maneira mais conveniente.

Um Aquário…. um peixe?

Qual aquário escolher?Sim, isto é bastante comum, porém não recomendado, peixes gostam de companhia desde que as espécies sejam compatíveis, até mesmo os “descriminados” bettas, mas neste caso o ideal é manter um macho e uma femêa, pois os machos se matam literalmente.

O importante é salientar que deve-se haver 4 litros de agua por cm de peixe, ou seja para um peixe de 2 cm² de massa deve-se haver em média 8 litros de água disponível. Pense no bem estar dos seus peixinhos.

Por que ter um aquário?

A resposta para essa pergunta pode ser bem ampla e de diferentes argumentações, como por exempo: acho bonito, é uma bela decoração, adoro peixinhos ou simplesmente porque eu quero.

Claro que a afinidade com os peixinhos é importante, ninguem vai cuidar de algo que não gosta (pense nisso antes de adquirir um aquário), mas nem só de peixes é feito um aquário, que pode ser simplesmente plantado ou cultivar diferentes “criaturas” (marinhas principalmente), vai depender do seu gosto.

Adquirir um aquário é assumir um compromisso, porém as tarefas de manutenção podem ser bastante minimizadas com a utilização de certos processos e equipamentos corretos, aqui no blog vamos explicar passo a passo vários destes processos, não vamos mostrar como montar um aquário do zero, para isso informe-se com seu lojista especializado ou vasculhe a internet, existe bastante material.

Um aquário não é só uma caixa de de vidro com água e peixes (já disse isso aqui), mas sim um mundo próprio que precisa de um ecossistema equilibrado e estável (os equipamentos ajudam a manter estas condições), cada espécie precisa de parametros diferentes podendo ter uma tolerância com outras espécies, principalmente com a variação do Ph.

Nesse pequeno mundo precisamos controlar alguns parametros da água, como presença de cloro e metais pesados (usados no tratamento da agua pelas empresas de saneamento) que são extremamente nocivos aos peixeis e plantas aquaticas. O Ph da água também é importante e faz toda diferença no bem estar dos habitantes do aquário. A dureza da água (ºdGH), compostos de azoto, amoníaco , amônia, nitrito, nitrato, oxigênio, fosfato e cobre são também parametros importantes a serem monitorados e equilibrados, posteriormente trataremos desses parametros de forma individual.

Ter um aquário é quase que cuidar de um laboratório de química com peixinhos divertidos nele. Acima de tudo, observar aquários é um passatempo relaxante e ajuda a esquecermos o stress do dia a dia, é quase uma terapia que da bem pouco trabalho a longo prazo, quando o ambiente estiver estabilizado, e vários momentos de prazer i diversão.